Primeira Igreja Batista Renovada - Rib. Preto/SP

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Ministério Pastor José Alberto Pereira

terça-feira, 21 de junho de 2011

Último Post sobre DOUTRINAS BIBLICAS

Pessoal,

Bom dia!

Estamos aqui para nosso último POST sobre Doutrinas Bíblicas, pois a partir do dia 01/07/2011, entraremos em um novo módulo - ESPIRITO SANTO.
Infelizmente nesta última sexta (18.06.11), por motivo de TRABALHO, não tivemos nossa aula e no dia 24.06 vamos prolongar o descanso em virtude do feriado.
Retomaremos nossas aulas na primeira sexta-feira de julho.
Porém o Blog continua ativo.
Quero postar hoje aqui um texto extraído da mais nova bíblia de estudo da CPAD - "Bíblia de Estudo PALAVRAS-CHAVE - Hebraico/Grego".
Quem quiser conhecer um pouco mais desta obra, pode ler um trecho em: http://www.erdos.com.br/textos/10609.pdf

Abaixo, transcrevo trecho explicativo sobre A CRIAÇÃO. Espero seus comentários e com qual teoria vocês mais se identificam.

PAX ET BONO

1.1–2.4 A cronologia que se encontra nas notas à margem de muitas Bíblias de estudo e das mais antigas, não faz parte originalmente da Bíblia! O arcebispo Usher chegou à data de 4004 a.C., a partir do cálculo dos anos que atravessam as genealogias patriarcais (Gn 5; 11). Uma comparação destas genealogias com as contidas nos Evangelhos revelará que as genealogias bíblicas não são completas por desígnio, nem nos foram fornecidas para que calculássemos o intervalo de tempo entre vários eventos na história antiga do homem. Elas apresen-tam alguns nomes significativos, e omitem outros. Portanto, não podem ser usadas para estabelecer a data da criação. A época mais antiga a partir da qual podemos calcular anos civis com uma precisão aproximada é a época de Abraão. A idade que se atribui à terra é extremamente dependente da visão que se tem da criação. Há cinco teorias principais sobre a interpretação dos seis dias da criação. A teoria do dia pictórico afirma que os seis dias mencionados no livro de Gênesis são os seis dias durante os quais Deus revelou a Moisés os eventos da criação. Mas a Bíblia relata a criação de maneira clara, simples e histórica como relata quaisquer outros eventos. Interpretar o texto desta forma exige o abandono de todos os princípios exegéticos. A teoria do hiato afirma que Gênesis 1.1 descreve uma criação original que foi seguida pela queda de Sa-tanás e pelo grande juízo. Supõe-se que Gênesis 1.2, então, seja uma descrição da recriação ou restauração que ocorreu (cf. nota de Gn 1.2). Êxodo 20.11 ensina que todo o universo, incluindo os céus e a terra (Gn 1.1) foi criado no período de seis dias mencionado no primeiro capítulo de Gênesis. A teoria do dia intermitente afirma que os dias mencionados são dias literais, mas que são separados por longos períodos de tempo. Contudo, a menos que toda a atividade criativa seja limitada aos dias literais, esta interpretação é uma contradição direta ao texto de Êxodo 20.11. A teoria do dia-era afirma que a palavra yôm (3117), que é o termo hebraico para “dia”, é usada para se referir a períodos de extensão indefinida, e não dias literais. Embora este seja um significado viável para o vocábulo (Lv 14.2,9,10), não é o mais comum. Logo, o sentido vernacular não é fundamento suficiente para sustentar a teoria. A teoria do dia literal aceita o significado claro do texto: o universo foi criado em seis dias literais. Os vários esforços para unir o relato bíblico da criação e a evolução não são respaldados nem mesmo pelas várias teorias de hiato, porque a ordem da criação está em oposição direta às interpretações da ciência moderna (por exemplo, a criação das árvores antes da luz). A expressão “dia e noite” indica dias literais (cf. Dn 8.14, onde a mesma expressão em hebraico é traduzida como “tardes e manhãs”).

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